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Agnaldo Edson é dono da padaria Vila Romana, em Piracicaba (SP), e precisou de financiamento para investir no seu negócio e crescer. “Procuramos um recurso do banco, que hoje é o Proger – Programa de Geração de Emprego, Trabalho e Renda. Dobramos o tamanho da loja, reformamos a parte de atendimento, o café, os balcões. Mudamos inclusive a fabricação”, diz o empresário.
Para conquistar o empréstimo bancário, Agnaldo Edson procurou, antes de tudo, orientação no Sebrae. O primeiro passo é saber se realmente o negócio precisa de financiamento para inovar e, segundo, descobrir os requisitos para conseguir financiamento.
O gerente da Unidade de Acesso a Serviços Financeiros do Sebrae Nacional, Alexandre Guerra, explica como a análise de crédito funciona. “Tem que se preparar no que diz respeito ao seu cadastro, à questão jurídica, à regularização fiscal, que são coisas que as instituições financeiras vão solicitar na hora de analisar a concessão do financiamento.”
Se o empreendedor estiver com tudo em dia, deve buscar o banco com o qual já tem relacionamento para buscar fontes de financiamento. Existem linhas específicas com juros baixos para a micro e pequena empresa. “Há financiamento de longo prazo; investimento; compra de máquinas; reformas; aquisições em geral; linhas como Proger, Proger Urbano, Proger Informal até o Proger FAT. Você pode pagar até em 96 meses e as taxas são em torno de 12% ao ano”, conta Guerra.
O empresário deve tomar cuidado para não pedir mais do que pode pagar. O Sebrae recomenda que o nível de endividamento não esteja acima de 25% do faturamento real do pequeno negócio. Alexandre Guerra explica que “o empresário tem que ter uma boa proposta para o banco, ou seja, esse plano de negócios tem que ser viável economicamente.”
Ouça o programa e saiba como o Sebrae pode ajudar na conquista de financiamento para o seu negócio.
Fonte: Pequenas Empresas & Grandes Negócios
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